Corte laser
O ponto em que o tecido deixa de ser rolo e passa a ser peça — e a única etapa em que a rastreabilidade do lote é transferida do rolo para o código sequencial colado em cada unidade. Cada CTL é a folha de um lote: as bolsas são lidas no início, o lote é cortado inteiro, e no fim cada bolsa fecha com a faixa de códigos que foi para ela.
Cenário de demonstração. O fluxo funciona inteiro — as bolsas entram na sala de corte no mapa, os cronômetros de match, a INCP e as faixas por bolsa —, mas nada é gravado no banco. Rode a fábrica de demonstração no painel para o pool de bolsas existir.
CTLs — em aberto e executados0
Nenhum CTL executado ainda. O botão + Novo CTL abre o stepper: você escolhe o produto, o rolo que está na máquina, lê as bolsas — e elas entram na sala de corte. A capa só aparece entre os rolos quando a chegada da remessa de sublimação for acusada em Tecido → Recebimento de sublimação; a cadeirinha entra pela porta do tecido.
Tempo médio de match — Protetor lateral: ninguém cronometrou ainda (referência 12 min, limite 18) · Capa (Pet Seat Mat): ninguém cronometrou ainda (referência 18 min, limite 25)
O que o FORM-CTL v3 precisa ganhar
- Modo da máquina (MATCH / manual)
- A ITA §11 diz que o registro guarda o modo de corte utilizado, e o bloco 2 do v2 só tem os dois tempos de casamento. Sem o campo, uma rodada manual e uma MATCH saem idênticas no papel.
- Quem autorizou a exceção do modo manual
- É o ponto crítico da §15 — quem autoriza não pode ser quem opera. Sem o nome na folha, a regra não deixa rastro nenhum.
- Justificativa da exceção, escrita antes do corte
- A §13 exige justificativa registrada ANTES. O v2 só tem "Observações", que é depois e é livre.
- ADP e quem segregou, acima de 5 capas no manual
- Acima do teto a §13 manda abrir ADP e segregar no ato. O papel não tem onde escrever nem um nem outro, e o desvio fica sem número.
- Cabeçalho: "Bolsa" vira "Bolsas deste corte" (números de 1 a 12) e ganha "Operador"
- O CTL passou a ser do LOTE, não de uma bolsa (usuário, 2026-09-13): o operador lê as bolsas no início e o registro guarda "as bolsas emitidas com a faixa de etiquetas de cada uma" (ITA §11). O operador entra no cabeçalho porque vem do login e assina o ato.
- Bloco 1 vira "Cód. interno do rolo branco · Cód. interno do rolo preto · Batch final (composto) · Confere?" mais Amostra e Veredito da cor
- Decisão do usuário (terceira prova de uso, 2026-09-13): o operador DIGITA o cód. interno de cada rolo e o batch final, com prefixo fixo e só números, e o sistema valida contra o que sabe do rolo — imediatamente. Isto substitui a conferência cega da v1.55 (dois batches transcritos, comparados depois de gravar) e muda a saída da divergência: bloqueio antes de abrir, com chave dupla, em vez de gravar e reter.
- Chave dupla da divergência: campos divergentes · digitado · esperado · duas assinaturas de gerentes (e via: login ou senha) · ou recusa com motivo
- Quando o adesivo não confere com o sistema, o corte só abre com dois gerentes assinando — nunca o operador, gerente ou não. É o mesmo modelo da liberação do lote na costura. O papel não tem onde registrar nem a divergência nem as assinaturas.
- Bloco 3 vira uma LINHA POR BOLSA: "Bolsa · Cód. da primeira peça · Cód. da última peça · Etiquetas perdidas · Unidades na bolsa · Liberada em (hora) / Devolvida ao nicho"
- O v2 tem "Capas cortadas · Faixa de etiquetas" para uma bolsa. Agora são várias bolsas por folha, cada uma com a faixa dela, as etiquetas que se perderam dentro da faixa e a conta derivada (última − primeira + 1 − perdidas − INCP sem reúso), no máximo 10. E cada bolsa é LIBERADA UMA A UMA (usuário, quarta prova de uso, 2026-09-13): a primeira sai para a DTF antes de a quarta ser escrita — por isso a hora de liberação é por linha, e a bolsa lida e não usada é DEVOLVIDA no ato, não no fim.
- Bloco 4 com colunas "Código da peça · Defeito · Partes com defeito (múltipla escolha) · Desfecho (seguiu com reúso / saiu inteira)" e, por parte reposta, "Parte · Código do reúso · De outro lote? · Cor conferida por"
- O v2 tem "Etiqueta · Defeito · Peças · Destino · Decidido por · Motivo". Saem as três de disposição (são ato da INCP, depois) e a contagem; entram as PARTES da unidade em CAIXAS DE MARCAR — uma unidade pode ter mais de uma parte com defeito — e o DESFECHO, que é tudo ou nada (usuário, 2026-09-13): ou há peça na caixa de reúso para TODAS as partes marcadas, uma reposição por parte com o código de onde ela veio, e a unidade segue; ou a unidade sai inteira, as partes marcadas vão para a INCP e as outras para as caixas de reúso do seu tipo. Como o reúso pode vir de outro lote, cada reposição leva a segunda pessoa que conferiu a cor (ITA §7.10).
- Bloco 5 (Reúso) vira "Movimento das caixas de reúso, por tipo de parte: entraram · consumidas"
- Reúso só existe para consertar uma parte defeituosa: sem NCP não há o que trocar, e a reposição é coluna do bloco 4. O que o bloco 5 passa a registrar é o que cada CTL pôs e tirou de cada caixa (a caixa é única por tipo de peça) — derivado, não digitado —, para o dia em que o saldo das caixas virar controle.
- Bloco 4 ganha "Bolsa" por item de INCP, mais "Lançado em (hora)" e "Retirado (hora · motivo)"
- Toda INCP é de uma bolsa (usuário, quinta prova de uso, 2026-09-13: "assim como tem as etiquetas perdidas, as de NCP") — a bolsa em cuja faixa a unidade caiu, ou "sem bolsa" para a peça que foi direto para a INCP. E lançar é ATO, com hora: o item que descontou uma bolsa liberada não se tira nem se muda; o que se tira fica na folha como retirado, com o motivo. O papel só tem a lista final, sem bolsa e sem hora.
- Conferência contra a sublimação, no fechamento
- O que a sublimação declarou de peças contra o que saiu da máquina (bolsas + INCP; etiqueta perdida não é peça). É aviso, nunca trava — mas o papel precisa de onde escrever a diferença e a explicação.